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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Inconstância

.
Um vento, um toque,
Um papo barato,
Um desconhecido de outrora admirado.
Ser espaçoso
Em quadrado largo e irregular
Como os quadrados o são em sua profundidade,
Elementos combinados de forma a oferecerem certa dificuldade
Para análise,
Sentimentos e recordações inconscientes
Que me tornam consciente por natureza,
Num desconhecer dos meus próprios sentimentos.
Inventos cardíacos,
Maníacos por natureza.
Num desconhecer dos meus próprios sentimentos.
"
Dito da inconstância
Digo da beleza:
Das maçãs no rosto gélido,
Separadas pelo nariz largo
De poucas lembranças
E de lembranças sinceras.
Ausentes lembranças,
Desenhando em curvas regulares
A irregularidade dos meus próprios sentimentos
Tocados por mãos outrora ignoradas
Em puxão de orelha eufêmico
Transfigurando um suave toque de lábios,
Oásis da noite gélida e aconchegante;
Premiando com um sussurro
Daqueles que nos fazem sentir
O oásis da noite gélida e aconchegante.
No verdadeiro caminho da inconstância.

E eu em modelito da estação passada,
Tragada por princípios sem inícios
Com a torção de sentir
Sem sentido.
Inconstante.

Alex Pinheiro

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