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terça-feira, 24 de março de 2020

Carta Aberta Sobre a Coronacrise Para Quem Empreende

Não é colando um cartaz escrito "seguimos todas as orientações e protocolos de higiene sanitária" que você vai sair forte dessa crise.

Sabe aquela padaria em que você ia normalmente antes da crise e via a galera espirrar na mão, depois te atender? Ou então que você via a mesma pessoa que limpou o banheiro ir pegar pão no cesto para você? E quando você via o padeiro fumando na calçada, então?!
Agora essa padaria colocou uma plaquinha lá dizendo que está "seguindo todas as orientações e protocolos de higiene sanitária". E você, acreditou? Tem confiança? Acha mesmo que

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Feeling da Puta

Como quer ter sucesso quem empreende sem investir em inteligência?

Trabalhando há muitos anos diretamente com quem empreende, conheço um fato: Não vi pessimista bem sucedidx na mesma medida que não conheci preguiçosx com empresas que funcionem e dão excelentes resultados.

Publiquei essa reflexão no status do WhatsApp, depois de ler Eclesiastes no capítulo 10, com a pérola

sábado, 24 de novembro de 2018

Foi ela e o Chico Mineiro

Precisamos de algumas vidas para aprendermos a lidar com a morte, e outro tanto de vidas para aprendermos a viver. Minha avó, Ana Furlanetto de Souza, parecia saber viver... Ela gostava de viver.
Faleceu no último dia 16 de novembro, aos 102 anos; pelo menos é o que se conta no documento de identidade. Viveu seus últimos 26 anos por aqui, em casa de meus pais, chegada de mudança que meu avô, em seu leito de morte, aconselhou. Perspicaz como poucos, Pedro Bento de Souza vislumbrou que

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A Era das Marcas e a Era das Causas

É fácil entender a Era das Marcas quando cai a energia elétrica, seu celular acaba a bateria e sua avó acende uma vela para contar um causo. Mas e a Era das Causas, como é?

Vai longe o desenho da comunicação social como elemento de entendimento entre um orador e uma plateia. É claro que a massificação das redes sociais acabou por reduzir o orador centralizado não extinguindo-o, mas anulando sua conversão absoluta. A ilação fica, até certo ponto simplória, quando cai a energia elétrica, seu celular acaba a bateria e sua avó acende uma vela para contar um causo.

Essa realidade penúmbrica foi a Era das Marcas. Entendendo até aqui os próprios elementos midiáticos como ferramentas de marcas, não havia, até a chegada do Orkut, um ambiente que suprimisse o paradigma da comunicação verticalizada. Ou seja, eles falavam e nós ouvíamos. Simples.

Com o advento da tecnologia horizontalizando as relações entre indivíduos e marcas, algumas barreiras foram quebradas e

 
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